Oficina "Oficinar ao habitar"
Por: Cristiane Knijnik e Iazana Guizzo
Publicado em: Revista Redobra
"Oferecer a sua experiência ao outro, a fim de multiplicá-la, afastá-la do pessoal e tecer o coletivo. Arriscar-se na experimentação abrindo espaço para o não saber advindo do desmanche das linhas binárias que classificam e diagnosticam a existência. Apostar no encontro como provocador de movimentos de si/outro sem abrir mão de uma orientação ética. Sustentar sem oferecer respostas já sabidas. Tatear para que lentamente sentidos comuns possam emergir. Disponibilizar a presença para um exercício de si com o outro. Modular a atenção de maneira a escutar sutis transformações. Apostar na experiência ao invés do modelo. As imagens do barco de madeira e do equilibrista indicam-nos princípios metodológicos para operar um modo oficineiro de habitar a cidade."
Relatos e metodologia experimentada no Corpo Cidade 3 (Salvador, 2012)